Aquele ano intenso que passou voando e algumas curiosidades do que vem por aí:
- o egocentrismo chegou e veio para ficar por um tempo (tem casos que para sempre kk). Nesta fase a criança só pensa em si, por isso, dividir um brinquedo ou interagir com outras crianças não é tarefa fácil
- perder os pais de vista vai parecer ainda mais grave já que tem mais percepção e sabe melhor como chamar a atenção
- surgem medos comuns como barulhos altos (mostrar de onde vem o barulho pode ajudar)
- cresce o reconhecimento por rostos conhecidos e isto faz parecer que ele está se recusando a ir com estranhos, mas pode estar apenas mostrando que não reconhece alguém novo
- brincadeiras como esconde-esconde ajudam a aprender a interagir e pedir para indicar partes do corpo reforça a independência em relação aos pais
- preparem os ouvidos: gritos são uma exploração de si mesmo e uma forma de testar quais comportamentos são aceitáveis
- as descobertas são tantas que o apetite pode diminuir ou torná-lo mais seletivo (nunca esqueça que ele só conhece o que oferecem, se começar a substituir refeições com medo de deixar ele “sem comer” pode ser um caminho sem volta)
- os sonhos começam a aparecer fazendo acordar no meio da noite (aquela coisa que você acha que passou pode ter uma nova fase)
- pode começar a recusar colo, o que não significa nada além de querer abusar das técnicas de locomoção que anda descobrindo
- a aquisição da linguagem nesta fase é passiva: elas ouvem tudo e vão arquivando, para começar a usar a partir de agora ou mais tarde. Cada um tem o seu momento, não compare com outras crianças!
- surge a compreensão de que os objetos continuam existindo mesmo que não estejam à vista. Troque de lugar uma coisa que ele pega todo dia no mesmo lugar para ele procurar
- mães reclamam que eles estão crescendo rápido demais, mas a cada dia dizem que estão na melhor fase. E quer saber? Esta frase não para nunca de ser dita ;)